IMPACTOS ÉTICOS E SOCIAIS DO ACONSELHAMENTO GENÉTICO NA SAÚDE PÚBLICA: REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA

Autores

  • Carlos Henrique Araújo Pinto Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI https://orcid.org/0009-0004-0001-1735
  • Antônio Francisco Soares Araújo Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI https://orcid.org/0000-0003-2273-3507
  • Francisca Milena Martins Elmiro Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI
  • Denise Geovana Bezerra de Amorim Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI https://orcid.org/0009-0007-3270-4802
  • José Antônio dos Santos Filho Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI https://orcid.org/0000-0002-7329-6784
  • Déborah Vasconcelos Taumaturgo Dias Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI
  • Moisés da Silva Gomes Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI

DOI:

https://doi.org/10.51161/integrar/rems/4935

Palavras-chave:

Aconselhamento genético, Bioética, Saúde Pública, Sistema único de Saúde

Resumo

Este estudo objetiva analisar os impactos éticos e sociais do aconselhamento genético (AG) no contexto da saúde pública brasileira, discutindo seus desafios, suas potencialidades e suas implicações para o fortalecimento das políticas públicas. Utilizou-se como metodologia a revisão integrativa da literatura, mediante consulta à Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), abrangendo as bases de dados LILACS, BDENF e MEDLINE. O recorte temporal compreendeu o período de 2015 a 2025. Após a aplicação dos critérios de elegibilidade e a realização da triagem fundamentada no protocolo PRISMA, foram selecionados sete artigos para análise qualitativa. As evidências indicam que o AG constitui uma ferramenta estratégica para o diagnóstico precoce e o planejamento reprodutivo. Contudo, persistem desafios, como a centralização dos serviços, a escassez de profissionais capacitados e os dilemas bioéticos relacionados à autonomia e à não diretividade. Em contrapartida, a telemedicina e a descentralização do atendimento apresentam-se como alternativas viáveis para ampliar o acesso no Sistema Único de Saúde (SUS). Conclui-se que o fortalecimento do AG como política pública requer a padronização dos serviços e a capacitação multiprofissional. Além disso, a integração entre os avanços biotecnológicos e a sensibilidade ética é indispensável para garantir uma atenção à saúde equitativa, humanizada e pautada no direito à informação.

Biografia do Autor

Carlos Henrique Araújo Pinto, Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI

Graduando em Enfermagem 

Antônio Francisco Soares Araújo , Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI

Especialista em Psicologia Existencial-Humanista

Francisca Milena Martins Elmiro, Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI

Especialização em Docência no Ensino Superior e Enfermagem. 

Denise Geovana Bezerra de Amorim, Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI

Mestrando em Ensino na Saúde e Tecnologias Educacionais pela Universidade Christus

José Antônio dos Santos Filho, Faculdade de Educação da Ibiapaba - FAEDI

Mestre em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará 

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Publicado

24.09.2026

Como Citar

Pinto, C. H. A., Araújo , A. F. S., Elmiro, F. M. M., Amorim, D. G. B. de, Santos Filho, J. A. dos, Vasconcelos Taumaturgo Dias, D., & da Silva Gomes, M. (2026). IMPACTOS ÉTICOS E SOCIAIS DO ACONSELHAMENTO GENÉTICO NA SAÚDE PÚBLICA: REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA. Revista Multidisciplinar Em Saúde, 7(3), 148–158. https://doi.org/10.51161/integrar/rems/4935

Edição

Seção

Artigos de Revisão

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