DESAFIOS PARA EFETIVAR A POLÍTICA NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS EM PEQUENOS MUNICÍPIOS DA BAHIA.
DOI:
https://doi.org/10.51161/integrar/rems/4936Palavras-chave:
Educação, Saúde, integralidade, SUS, DireitoResumo
Ao falar sobre Cuidados Paliativos (CP), um direito de saúde que deve ser garantido a todo cidadão brasileiro, o Estado da Bahia com seus 417 municípios, 9 Macrorregiões de Saúde, subdividido em 28 Microrregiões de Saúde (MRS), apresenta grande relevância na formulação de estratégias de atuação e Projetos de CP. Desenvolvidos pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB). Assim como, com a inauguração do primeiro Hospital Público de Cuidados Paliativos do Brasil no município de Salvador, entretanto apesar deste pioneirismo em pesquisa e projetos, a Bahia apresenta um elevado quantitativo de pequenos municípios do interior do Estado sem garantias a este direito, onde a Política Nacional de Cuidados Paliativos (PNCP), continua sendo algo mal compreendida, e inacessível para uma população envelhecida com debilidades de saúde, longe dos grandes centros de saúde do Estado. Este Artigo tem como objetivo: Identificar as principais dificuldades para que a PNCP, seja implementada nestes pequenos municípios. Com base em uma pesquisa mista, com abordagem de relato de experiência profissional, e dados bibliográficos. Entre os resultados que podem reduzir essa desigualdade no direito a CP. estão: ações Educacionais com melhorias na qualidade do ensino nos cursos em saúde, ações da gestão com promoção de atualizações em saúde, formulação de Protocolos assistenciais que articulem a rede de Atenção à saúde município. Este artigo tem um grande potencial de alcance, por abordar um atual problema público de saúde e apresentar estratégias de resolução como o Protocolo municipal assistencial de cuidados Paliativos.1 em anexo ao trabalho.
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