TRAÇOS PRECONCEITUOSOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA: UMA ANÁLISE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51189/integrar/rema/4961

Palavras-chave:

Educação, Preconceito, Prompts, Tecnologia

Resumo

Surge, a partir do advento da Inteligência Artificial (IA), a preocupação em saber se a identidade e a beleza da cultura negra estão sendo consideradas pelas ferramentas de IA generativa. Este estudo tem como objetivo analisar a ocorrência ou a ausência de traços de preconceito racial na ferramenta Gemini. Trata-se de uma pesquisa quali-quantitativa,desenvolvida em cinco etapas. Os dados analisados por meio da Análise de Conteúdo de Bardin (2011) evidenciaram uma leve predominância de pessoas brancas em detrimento de pessoas negras, o que demonstra, em alguns casos, a diversidade inadequadamente refletida pela máquina. Conclui-se, portanto, que as respostas geradas pela IA podem ocultar e perpetuar preconceitos, exigindo de docentes e discentes uma abordagem crítica apurada.

Biografia do Autor

Nice Vânia Machado Rodrigues, UFS

Doutoranda em Educação pela Universidade Federal de Sergipe. 

José Paulo Gomes Brazão, Universidade da Madeira

Doutor em Educação - Inovação Pedagógica (2008), Professor Associado do Departamento de Ciências da Educação, Faculdade de Ciências Sociais, da Universidade da Madeira (UMa), Portugal. É Docente e investigador na área científica de Educação: Inovação Pedagógica, e Diversidade sexo e género; Pós-doutor (2022) em Educação e Diversidade, na Universidade Federal de Sergipe (UFS).

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Publicado

30.09.2026

Como Citar

Machado Rodrigues, N. V., & Gomes Brazão, J. P. (2026). TRAÇOS PRECONCEITUOSOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA: UMA ANÁLISE NO CONTEXTO EDUCACIONAL. Revista Multidisciplinar De Educação E Meio Ambiente, 7(3). https://doi.org/10.51189/integrar/rema/4961