Tecnologia de Recuperação de Áreas Degradadas por Mineração de Ouro Usando Espécies Herbáceas no Município de Manica
DOI:
https://doi.org/10.51189/integrar/rema/4438Palavras-chave:
Recuperação, Moçambique, áreas degradadas, mineraçãoResumo
Esta pesquisa teve o objetivo de propor uma tecnologia para recuperação de áreas degradadas por mineração de Ouro utilizando espécies herbáceas., no Bairro de Chinhagore, numa área de 100 m2, onde foram plantadas quatro espécies herbáceas nativas e numas áreas que foi realizada a reposição dos solos, localizada no município de Manica, em Moçambique, propõe uma metodologia para a avaliação do desempenho da recuperação. Os dados foram analisados com o auxílio do software de geoprocessamento ArcGIS 10.4. Para tal, utilizaram-se imagem de satélite, uma avaliação de campo, relevo, clima, geologia, solos, hidrogeologia local, ocorrência de recursos minerais, seleccionados em função da vocação e características da área de estudo. Em experimento de vegetação de área degradada por mineração de ouro no Bairro Chinhagore, foram utilizadas 4 espécies de ervas nativas, escolhidas em função da ocorrência natural nesta região, com base na adaptabilidade a solos com lençol freático superficial ou pouco profundo. As espécies foram agrupadas em 16 canteiro de 2 m por 2 m , com quatro repetições, num total de 386 mudas plantadas em uma área de 100 m2 . Dois meses após o plantio avaliou-se a sobrevivência e o crescimento inicial das espécies herbáceas plantadas. Destacaram-se pelo crescimento vigoroso e alta taxa de crescimento: (Russarara) Cynodon dactylon L e (Pfufu) Dactylis glomerata L, (Mussungambudzi) – Phalaris canariensis L. esta espécie mostrou um crescimento lento e (Tsua) Carex pendula Huds, mostrou-se com baixa taxa de crescimento, portanto, apresenta perda de folhas e seca parcial. Conclui-se que as quatro espécies têm boa sobrevivência e são úteis para a recuperação de áreas degradadas.
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